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Engenheiro chinês é condenado nos EUA por ajudar agência de espionagem
Washington – Um cidadão chinês que entrou nos Estados Unidos para estudar engenharia elétrica foi considerado culpado de fornecer secretamente informações a uma unidade de espionagem chinesa, informou o Departamento de Justiça dos EUA nesta terça-feira (27).

Ji Chaoqun, de 31 anos, foi condenado na segunda-feira por agir ilegalmente como agente de um governo estrangeiro e fazer declarações falsas após um julgamento de duas semanas em Chicago.

Ele pode pegar até 10 anos de prisão pela acusação de agente ilegal, que às vezes é chamada de “espionagem menor” em casos que podem envolver espionagem por pessoas não diretamente empregadas por agências de inteligência estrangeiras.

Ji foi para os Estados Unidos com um visto de estudante em 2013 e depois se alistou na reserva do Exército.

Ele foi preso em setembro de 2018 sob a acusação de fornecer à inteligência chinesa informações biográficas sobre oito pessoas, todas cidadãos americanos naturalizados originários da China ou de Taiwan, alguns dos quais eram contratados de Defesa dos EUA.

De acordo com o Departamento da Justiça, Ji fez isso sob a direção de um “oficial sênior de inteligência” do Ministério de Segurança do Estado da província de Jiangsu, uma unidade de inteligência chinesa que está frequentemente envolvida em atividades dos EUA.

O caso de Ji aparentemente estava ligado a tentativas chinesas de vários anos de roubar segredos comerciais da GE Aviation, com sede em Ohio, uma das principais fabricantes de motores de aeronaves do mundo, e de outras empresas de aviação, incluindo fornecedores militares.

No ano passado, uma figura-chave nessas tentativas, Xu Yanjun, da unidade de segurança do estado de Jiangsu, foi condenado em um tribunal federal dos EUA por espionagem econômica e tentativa de roubo de segredos comerciais.

Xu pode pegar até 15 anos de prisão por espionagem e 10 anos por roubo de segredos comerciais. Ele será sentenciado em 15 de novembro.

Ji Chaoqun, de 31 anos, foi condenado na segunda-feira por agir ilegalmente como agente de um governo estrangeiro e fazer declarações falsas após um julgamento de duas semanas em Chicago

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