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Como seria o pôr do sol observado em outros planetas?

Geronimo Villanueva, um cientista do Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland, criou um simulador de pôr do sol para demonstrar como ocorreria o fenômeno em outros planetas. Intitulada de Gerador de Espectro Planetário, a ferramenta se baseia em cálculos sobre distância e rotação para compreender o efeito do crepúsculo em diversas localidades do Sistema Solar, resultando em paletas de cores surpreendentes e de tirar o fôlego.

Segundo Villanueva, as cores do pôr do sol de cada planeta diferem de acordo com os níveis da interação da luz solar com sua respectiva atmosfera. A iluminação se espalha por moléculas na camada gasosa em um processo conhecido como espalhamento Rayleigh, sendo mais eficaz em comprimentos de onda mais curtos, já que a extremidade azul do espectro visível, porção da radiação eletromagnética, pode ser vista pelo olho humano.

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Geronimo Villanueva, um cientista do Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland, criou um simulador de pôr do sol para demonstrar como ocorreria o fenômeno em outros planetas. Intitulada de Gerador de Espectro Planetário, a ferramenta se baseia em cálculos sobre distância e rotação para compreender o efeito do crepúsculo em diversas localidades do Sistema Solar, resultando em paletas de cores surpreendentes e de tirar o fôlego.Segundo Villanueva, as cores do pôr do sol de cada planeta diferem de acordo com os níveis da interação da luz solar com sua respectiva atmosfera. A iluminação se espalha por moléculas na camada gasosa em um processo conhecido como espalhamento Rayleigh, sendo mais eficaz em comprimentos de onda mais curtos, já que a extremidade azul do espectro visível, porção da radiação eletromagnética, pode ser vista pelo olho humano.Leia mais…

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